sábado, 9 de outubro de 2010
Como fazer JEROPIGA
5 Lts de aguardente a 21º (vinícola)
Barril de madeira de castanho de 20 Litros
Modo de preparação
Depois de pisadas as uvas, bem maduras, (brancas para fazer jeropiga branca ou pretas para fazer jeropiga tinta) tiram-se do balseiro de madeira ou do tanque de cimento 15 litros de mosto, no dia seguinte às uvas serem esmagadas. Coloca-se este mosto no barril de madeira, previamente demolhado, lavado e escorrido (deve estar bem seco), tendo-se o cuidado de deixar já a torneira de madeira colocada. De seguida adiciona-se a aguardente. Coloca-se a rolha, devendo o barril ficar hermeticamente fechado, utilizando-se sebo ou cera derretida, para que fique completamente vedado e não se verifique a fermentação do mosto. Deixa-se assim durante um período de 1 a 2 meses. Findo este tempo a jeropiga está pronta a ser consumida.
Com o apoio de: http://argus.no.sapo.pt/jeropiga.htm
sábado, 2 de outubro de 2010
S. Cipriano - 19Set2010



Tradicionalmente, após as feiras novas de Ponte, faz-se a festa ao S. Cipriano na Facha que se situa a meia encosta do Monte da Nó. Este ano, uma comissão que vem arranjando o percurso até à capela, meteu mãos à obra e, para além do arranjo do caminho, construiu um grande telheiro em estrutura fixa com cerca de 150 m2 que serviu de bar/restaurante em apoio a esta, cada vez mais concorrida, romaria de S. Cipriano.Já ninguém dispensa o famoso bacalhau à S. Cipriano e o bagaço com mel para aliviar a frescura da noite.
A Comissão de festas tem, quase sempre, as mesmas caras mas, mesmo assim, trabalharam com afinco e determinação para se fazer cumprir, mais uma vez, esta tradição cultural e religiosa da nossa freguesia.
Percursos pedestres a partir do Senhor do Socorro
Partindo da capela do Senhor do Socorro na freguesia da Facha, podemos fazer variados percursos a pé, de bicicleta ou até a cavalo, com diferentes graus de dificuldade mas com a garantia de poder desfrutar da excelente paisagem a perder de vista até Ponte de Lima, serra d´Arga (Senhora do Minho) e Viana do Castelo. Nesta zona da Freguesia existem vários pontos de interesse a explorar em cada percurso escolhido, a saber:
1º percurso: (2km-dificuldade baixa/plano - duração 30 a 40 min) Senhor do Socorro - tanque do guarda - penedo furado - campo de futebol - senhor do Socorro;
2º percurso: (6km - dificuldade média - duração 2 h a 2,5 h)
Senhor do Socorro - Tanque do guarda - penedo furado - S. Cipriano - tanque de busto - regresso;
3º percurso: (7km - dificuldade baixa - duração 2h a 2,5 h)
Senhor do Socorro - S. João e regresso;
4º percurso: (12km a pé ou 16 km de bicicleta - dificuldade alta - duração 2,5h a 3h) Senhor do socorro - penedo furado - tanque de busto - posto de vigia da nó e regresso;
5º percurso: (6km - Senhor do Socorro - Senhora da Boa Morte (Correlhã));
Lei das fogueiras e queimadas
Este período é definido anualmente por portaria do ministério da agricultura e pescas;
Para 2010 ficou definido como período crítico de actuação contra incêndios de 01JUL a 15OUT.
Segue-se um extracto da legislação mais importante a este respeito.
Decreto-Lei Nº124/2006
Artigo 28.º
Queima de sobrantes e realização de fogueiras
1 - Em todos os espaços rurais, durante o período crítico, não é permitido:
a) Realizar fogueiras para recreio ou lazer e para confecção de alimentos, bem como
utilizar equipamentos de queima e de combustão destinados à iluminação ou à confecção de alimentos;
b) Queimar matos cortados e amontoados e qualquer tipo de sobrantes de exploração.
2 - Em todos os espaços rurais, fora do período crítico e desde que se verifique o
índice de risco temporal de incêndio de níveis muito elevado e máximo, mantêm-se as restrições referidas no número anterior.
3 - Exceptua-se do disposto na alínea a) do n.º 1 e no número anterior, quando em espaços não inseridos em zonas críticas, a confecção de alimentos desde que realizada nos locais expressamente previstos para o efeito, nomeadamente nos parques de lazer e recreio e outros quando devidamente infra-estruturados e identificados como tal.
4 - Exceptua-se do disposto na alínea b) do n.º 1 e no n.º 2 a queima de sobrantes de exploração decorrente de exigências fitossanitárias de cumprimento obrigatório, a qual deverá ser realizada com a presença de uma unidade de um corpo de bombeiros ou uma equipa de sapadores florestais.
Artigo 29.º
Foguetes e outras formas de fogo
1 - Durante o período crítico não é permitido o lançamento de balões com mecha acesa e de quaisquer tipos de foguetes.
2 - Em todos os espaços rurais, durante o período crítico, a utilização de fogo-de-artifício ou outros artefactos pirotécnicos, que não os indicados no número anterior, está sujeita a autorização prévia da respectiva câmara municipal.
3 - O pedido de autorização referido no número anterior deve ser solicitado com pelo menos 15 dias de antecedência.
4 - Durante o período crítico, as acções de fumigação ou desinfestação em apiários não são permitidas, excepto se os fumigadores estiverem equipados com dispositivos de retenção de faúlhas.
5 - Nos espaços florestais, durante o período crítico, não é permitido fumar ou fazer lume de qualquer tipo no seu interior ou nas vias que os delimitam ou os atravessam.
6 - Fora do período crítico e desde que se verifique o índice de risco temporal de incêndio de níveis muito elevado e máximo mantêm-se as restrições referidas nos n.os 1, 2 e 4.
7 - Exceptuam-se do disposto nos números anteriores a realização de contra fogos decorrentes das acções de combate aos incêndios florestais.
Decreto-Lei 17/2009 de 14 de Janeiro
Artigo 28.º
Queima de sobrantes e realização de fogueiras
1 — Em todos os espaços rurais, durante o período crítico, não é permitido:
a) Realizar fogueiras para recreio ou lazer e para confecção de alimentos, bem como utilizar equipamentos de queima e de combustão destinados à iluminação ou à confecção de alimentos;
b) Queimar matos cortados e amontoados e qualquer tipo de sobrantes de exploração.
2 — Em todos os espaços rurais, fora do período crítico e desde que se verifique o índice de risco temporal de incêndio de níveis muito elevado e máximo, mantêm –se as restrições referidas no número anterior.
3 — Exceptua -se do disposto na alínea a) do n.º 1 e no número anterior, quando em espaços não inseridos em zonas críticas, a confecção de alimentos desde que realizada nos locais expressamente previstos para o efeito, nomeadamente
nos parques de lazer e recreio e outros quando devidamente infra-estruturados e identificados como tal.
4 — Exceptua -se do disposto na alínea b) do n.º 1 e no n.º 2 a queima de sobrantes de exploração decorrente de exigências fitossanitárias de cumprimento obrigatório, a qual deverá ser realizada com a presença de uma unidade de um corpo de bombeiros ou uma equipa de sapadores florestais.
5 — Exceptuam -se do disposto nos n.os 1 e 2 as actividades desenvolvidas por membros das organizações definidas no n.º 3 do artigo 3.º da Lei n.º 23/2006, de 23 de Junho, nos termos definidos na portaria referida no n.º 3 do artigo 23.º
Definições:
«Período crítico»
o período durante o qual vigoram medidas e acções especiais de prevenção contra incêndios florestais, por força de circunstâncias meteorológicas excepcionais, sendo definido por portaria.
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, DO DESENVOLVIMENTO RURAL E DAS PESCAS
Portaria n.º 269/2010 de 17 de Maio
Nos termos do Sistema Nacional de Defesa da Floresta contra Incêndios, estabelecido pelo Decreto –Lei n.º 124/2006, de 28 de Junho, com as alterações introduzidas pelo Decreto -Lei n.º 17/2009, de 14 de Janeiro, a adopção de medidas e acções especiais de prevenção contra incêndios florestais decorre, sobretudo, durante o período crítico anualmente estabelecido por portaria.
Para a definição do período crítico no corrente ano relevam não só o regime termopluviométrico de Portugal continental, mas também o histórico regional das ocorrências de incêndios florestais e as condicionantes associadas
à organização dos dispositivos de prevenção e combate a incêndios florestais.
Assim:
Manda o Governo, pelo Secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural, nos termos da alínea s) do artigo 3.º do Decreto -Lei n.º 124/2006, de 28 de Junho, com a redacção dada pelo Decreto -Lei n.º 17/2009, de 14 de Janeiro, e no uso das competências delegadas pelo Ministro da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas através do despacho n.º 78/2010, de 5 de Janeiro, o seguinte:
Artigo único
O período crítico no âmbito do Sistema de Defesa da Floresta contra Incêndios, no ano de 2010, vigora de 1 de Julho a 15 de Outubro, devendo ser asseguradas medidas especiais de prevenção contra incêndios florestais neste período.
O Secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural,
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Tantos fogos assolam todo Norte do País, porquê ?

Aquilo que todos sabem e não se diz nos meios de comunicação social, é que os pequenos agricultores faziam este trabalho com sabedoria, mestria e eficácia e resolviam um problema nacional no qual os governos nem se preocupavam. Matos limpos, campos cultivados faziam parte do ciclo da vida na lavoura. Mas agora, acabou-se com o pequeno produtor de leite e este é sem duvida o busílis da questão, sem leite foram-se as vacas (quantas havia na Facha uns anos atrás - 500 ?... 600 ? mais…), as vacas limpavam os campos até acabar a última erva e passarem a comer a palha seca do inverno, muitas pastavam nos montes mas, todas dependiam das carradas de tojo que se iam buscar ao monte e que, neste mês de Agosto, era preciso marcar o mato e até açambarcar para encontrar um local onde fosse possível arranjar um pouco que fosse suficiente para o carro de bois desse dia. Ficava o monte rapado, rapado e limpo, porque quando o mato já era em quantidade suficiente, voltava-se a atenção para as lenhas que iriam aquecer as lareiras no inverno, se o madeireiro se distraía, até uns rolitos vinham camuflados por entre a lenha.
Agora vejam, na Facha os números dos "anos 90" não enganam, mesmo quando arredondados:
Freguesia da Facha:
- 1500 Habitantes (cerca de 500 viviam exclusivamente da agricultura)
- 1500 Hectares (cerca de 500 de cultivo e 1000 de floresta)
Bem vistas as coisas, tocava, em média, um hectare a cada Fachense e um hectare são dois campos de futebol, um no campo e um de mato. Por isso, logo se vê, nunca foi difícil limpar tudo e assim se passava por todas as terras deste Minho e Norte do País.
Mas os políticos não quiseram manter os pequenos agricultores, retiraram as cotas de leite, aumentaram as rações e os adubos e baixaram o preço do milho e da batata, a formula perfeita do extermínio dos agricultores e tudo só porque Bruxelas manda que assim seja.
E agora, os 350 milhões de euros necessários, só este ano, para pagar os prejuízos causados pelos fogos davam para chegar até onde, na nossa pequena agricultura?
Com toda a certeza ninguém pretende voltar aos tempos da enxada de sol a sol mas, os tempos são outros, há mais e melhores maquinarias, quem sabe se a este agricultor não dava jeito entregar uma carga de mato no centro de produção de energia biológica e trazer em troca o depósito do gasóleo cheio?
Talvez valesse a pena pensar nisto.
domingo, 15 de agosto de 2010
Pereginação à Senhora da Aparecida em Balugães
Como é tradição, ano após ano, muitos peregrinos fazem o trajecto a pé, de todos os pontos cardeais até ao santuário da Senhora Aparecida em Balugães. Um dos trajectos mais perigoso para os peregrinos é o que tem origem em Ponte de Lima pela EN 203 e EN204 porque a estrada tem poucas bermas e as que tem encontram-se com muita vegetação e desniveladas em relação ao piso, projectando os peregrinos para o eixo da faixa de rodagem, colocando-os à mercê dos outros utentes da mesma via (automóveis e motos que também não são avisados do que se está a passar e são apanhados de surpresa). Urge limpar e reordenar estas bermas e em dia de peregrinação que seja colocada informação adequada com limitações à circulação rodoviária, para que um dia destes não haja um grave acidente com peregrinos a pé. Ao peregrino também não basta colocar o colete reflector, é preciso circular em fila única para sua protecção e boa conduta na estrada.
Encontro de tractores antigos
Decorreu no parque expo-lima em Ponte de Lima, no fim de semana de 13 a 15 de Agosto 2010, mais um encontro de tractores antigos, todos eles, ainda em bom estado de funcionamento e ainda ao serviço dos agricultores seus proprietários que se orgulharam das suas velhas máquinas que tanto os ajudaram ao longo da maior parte da sua vida e continuam a ser muito importantes em tarefas menos exigentes da sua actividade agrícola.As velhas maquinas estavam ordenadas pela sua idade sendo o mais velho das mais de duas dúzias de exemplares, do ano 1954 que pertence a um entusiasta destes velhinhos tractores e que, só a sua conta, apresentou os dois mais antigos modelos e, diga-se em abono da verdade, também os mais bem cuidados no seu aspecto de pintura e traça original.
Outros haverá que não foi possível reunir mas poderemos sempre, para o ano, apreciar outros modelos, dos quais ficamos à espera que se venham a juntar a este grupo.
São iniciativas destas que farão perdurar os tractores antigos e aumentando a estima dos seus donos por estas velhas maquinas, quem sabe se, pouco a pouco, estes apareçam com renovada aparência.
sábado, 7 de agosto de 2010
Voltamos à azáfama dos livros escolares
Fui ao "site" do agrupamento de escolas da Correlhã e da sua associação de pais, também já fui à escola pessoalmente, procurar a lista de livros para o próximo ano, mas, tal como na escola, ninguém sabe quais são, nem parece haver muito interesse em saber ou divulgar. O mais caricato é que, pelo segundo ano consecutivo, mandaram-me ir à livraria saber quais são os manuais escolares. Vejam só, a figurinha que fazemos... chego à livraria e pergunto quais os livros adoptados pela escola da Correlhã e perguntam-me, - é para encomendar? Ao que respondo, - não, é só para saber que eu não sou cá cliente, e pretendo comprar noutro local (pela internet, por exemplo, com desconto e entrega em casa, tudo numa só vez, sem ter que ir à livraria uma série de vezes). Infelizmente, estávamos "mal" habituados com outras escolas que os nossos filhos frequentaram no passado, onde, no momento da entrega das notas, é fornecida, sempre, uma relação dos manuais adoptados para o próximo ano, podendo assim ir de férias descansados (pais, alunos e professores). Será isto tão difícil? Como é que os outros conseguem? A escola que se organize e parem de gozar com as pessoas. Isto é mais uma vergonha de maus hábitos que alguns parecem teimar em não querer tornar fácil.
Já agora, fica o endereço para quem queira comprar os manuais escolares pela internet, como muita gente faz há vários anos.
http://www.wook.pt/ , da Porto Editora
domingo, 11 de julho de 2010
O calor chegou !
Alguns distritos de Portugal estiveram em alerta vermelho, devidos as altas temperaturas que se fizeram sentir um pouco por tudo país.
A Protecção Civil, tem hoje, um papel ponderante no serviço a população, indicando conselhos úteis e prestando Serviço Público, devemos estar atentos as recomendações noticiadas.
As pessoas, principalmente as que trabalham ao Sol, devem ter cuidados acrescidos e protegerem-se do Sol, utilizando para isso, roupas frescas, chapéus, protector solar e beberem muita água para não desidratar.
A Administração Regional de Saúde sugere 6 conselhos para as pessoas se proteger do calor:
Mesmo com estes 6 conselhos da Direcção Regional de Saúde, é necessário um cuidado acrescido com as crianças e os idosos.
Bons banhos de Sol....!!!







