segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Um conto de Natal ...

O meu grande e ilustre amigo Mota Leite autorizou a publicação deste conto de Natal neste Blog. Para que saibam este senhor é um ilustre Filatélico que vive ali para os lados de Barroselas, mais propriamente na freguesia de Durrães. Além da Filatelia, tem uma queda para a escrita que se pode apreciar neste conto de Natal e enquadra-se nos tempos de hoje.


Natal é a bênção que transportamos no coração… para doar aos outros.

Lírios é o nome de uma associação pluricultural e de bem-fazer. Usa na simbologia do distintivo dois lírios: um branco, outro roxo, cada qual com uma das suas folhas sobreposta na do outro, como se de mãos dadas, representando o casamento perfeito, identificado na alacridade da pureza de um e na solidariedade da dor no outro, em harmonia com as cores patenteadas.
Fundada já lá vão trinta e tal anos, quis a ironia do destino que alguns dos seus fundadores retomassem a direcção da mesma, passadas que foram cerca de duas décadas.
Naturalmente, algumas das motivações referidas, com as quais fora fundada a associação, evoluíram positivamente, adaptando-se à vivência dos tempos actuais.
Na última reunião do ano, que a direcção levou a efeito na noite de Sábado, vinte de Dezembro, já em jeito de balanço ao período prestes a findar, um dos directores lançou a ideia de presentear, com uma Ceia de Natal, algumas das famílias mais carenciadas que sabia existirem, e até já proliferavam, sabendo-as envergonhadas.
Hesitantes, denunciavam a escassez de tempo para executar tal proposta.
- Se pedíssemos às nossas esposas apoio para tal acção? Retorquiu o proponente.
- Bem…talvez… talvez seja viável, mas o tempo é mesmo escasso, responderam todos.
Entre as hesitações do momento, decidiram unanimemente viabilizar tão nobre proposta.
Acabada a reunião, foram para casa com tarefas definidas e a incumbência suplementar de convencer as respectivas esposas a anular eventuais programas de Natal, em detrimento do que lhes acabava de ser transmitido. Positiva a resposta!
Os serões das noites seguintes foram um corrupio de trabalhos, quer em casa, com as mulheres a preparar e confeccionar alguns dos doces e acepipes, quer fora, com os homens a adaptar e decorar o pavilhão polidesportivo onde se realizaria a Ceia, para que nada faltasse na noite de Consoada.
O dia vinte e quatro, conforme combinado de véspera, fora reservado ao proponente para convidar aqueles que tinha em mente a participar de forma graciosa na consoada dos Lírios.
Impávidos, mas serenos, os convidados desdobravam-se a tecer desculpas, como que envergonhados de tal convite, nunca antes memoriado, porém acediam perante a insistência do convite surpresa. Marcaram horário, pois umas das cinco carrinhas disponíveis, que alguns empresários emprestaram aos directores, só estariam, ao fim da tarde, prontas para recolhê-los.
Ao meio-dia todos os directores receberam a informação sobre o número de convidados: eram cento e vinte pessoas!
- Não temos bacalhau demolhado para tanta gente! - pensaram todos. E talheres? E acomodamento? Só calculávamos umas cinquenta… e agora?
- O presidente teve uma ideia. Denunciada, pô-la em prática. Foi bater à porta das casas consideradas mais abastadas. Explicando o problema surgido atrevera-se a pedir algum bacalhau para reforço da refeição então marcada.
De cada casa trazia embalagens contendo o fiel amigo, mais uma série de outros alimentos, de tal sorte que, quando procedeu à contagem, verificou que chegava, sobejava e até era de boa qualidade!
Entretanto os outros tratavam do acondicionamento.
O programa cumpria-se de tal forma que, às vinte horas da Quinta-feira, todos os convidados estavam dentro do pavilhão, deslumbrados com o aconchego que se lhes proporcionava, algumas horas antes fora das suas cogitações.
Umas lajes improvisadas ao centro, para não estragar o piso. Em cima destas uma enorme fogueira aquecia todo o ambiente e em redor desta perfilavam as mesas branquinhas com os respectivos assentos feitos de tábuas sobrepostas em cadeiras mais espaçadas. Do tecto pendiam estrelas brilhantes, em número elevado e tamanhos diferenciados. As paredes estavam forradas de múltiplas colchas e decoradas com pequenos ramos de azevinho. Na parte contrária à entrada, improvisou-se a cozinha de serviço e mais algumas mesas de apoio. Uma mesa de ferro suportava ainda dois fornos de barro.
Com os convidados já sentados, o presidente dos Lírios agradecendo a todos a presença, convidou-os a reflectir, durante trinta segundos, nos que naquela hora eram excluídos da sociedade e, agradecendo ao Menino Jesus a refeição que agora se apresentava, relembrou a todos que a desgraça nunca é humilhante senão quando tem origem no crime. Estamos aqui por bem.
Três dúzias de pinhas em redor da fogueira exalavam o cheiro característico de Natal. As fumegantes bolas de pão-coado, acabado de sair do forno, começaram a ser distribuídas pelas mesas. Das canecas, o vinho novo espumava ao cair nas tigelas de barro! As travessas do bacalhau, das batatas e da hortaliça, fumegavam. Aquele cheirinho do azeite quente, do alho da cebola e dos cominhos, triplicava o apetite a quem já tinha tanto… sentia-se um bruaá em cada boca!
Comeram, repetiram e foram bebendo de maneira tão moderada que até o Foge-à-pipa, um dos ilustres convidados, se conteve. Depois dos estômagos reconfortados, agruparam-se para jogar; uns à sueca, outros à bisca, outros ao sete e meio, alguns ao montinho, outros ao rapa… Os mais velhos contavam lindas e saudosas histórias que aprenderam, ora com os avós, ora com os pais. Conforme se divertiam, a espaços de tempo, petiscavam do que se apresentava na mesa: rabanadas de vários sabores, aletria, sopa-seca, formigos, filhós, mexidos, arroz doce, nozes, avelãs, amêndoas, pinhões, figos, etc.
Um pouco antes da meia-noite, alguns dos directores foram buscar as violas, o violino, o cavaquinho, o tambor e os ferrinhos, para acompanhar a entoação de algumas canções de Natal e outras… Começaram com o tema “Noite Feliz”. Aos primeiros acordes, o ti Zé Alegre, outro ilustre convidado, viúvo e enjeitado pelos filhos, apesar dos seus noventa e dois anos, puxa pelo seu inseparável realejo e acompanha a orquestra agora improvisada, enquanto todos em harmonioso coro entoam: Noite feliz…Noite feliz… oh Senhor… Deus do amor… etc. …etc. …
Pouco a mais de meio da entoação, enfatizados por algo transcendente, eis que, inesperadamente, todos sem excepção, não aguentando conter as lágrimas de tanta alegria que lhes invadia a alma, exteriorizada nas faces…interrompem a festa por momentos.
Refeitos da emoção… continuaram pela madrugada adentro…
Mas aquela, fora para todos a noite de Consoada mais feliz de suas vidas!

Sertãozinho
Muito obrigado, Sr Mota Leite, por estes momentos de reflecção acerca do Espirito de Natal.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Agradecimentos


Não podemos deixar de agradecer a todos aqueles que gentilmente doaram géneros alimentícios, vinhos, doces, entre outras coisas para o Almoço anteriormente referido, bem como não podemos deixar de agradecer a todos aqueles que lá trabalharam para que todos se sentissem confortáveis e apreciassem o almoço; por fim agradecer aquelas pessoas que confecionaram tão boa refeição.

Almoço Centro de Dia


Foi realizado ontem, no antigo infantário, junto à sede da Junta de Freguesia, um almoço convivío com vista a angariar mais alguns donativos para o Centro em construção e que segundo as contas do nosso Páraco, ainda faltam cerca de 100.000 Euros ( muito). O Almoço contou com a participação de muita gente da freguesia que não fica indeferente a esta nobre causa.

Esperam-se mais iniciativas e mais ideias do género, pois "grão a grão enche a galinha o papo".

domingo, 8 de novembro de 2009

A Responsabilidade Social de cada um...

Hoje Domingo, como cristão que sou, fui à missa, desta feita à Sr.ª da Rocha. No fim da Missa o Sr. Padre fez os avisos do costume, falou também das iniciativas que estão a ser realizadas (e bem) para o Centro Social e Paroquial da freguesia da Facha, lembrou á todos aquelas que ainda não contribuiram com o seu donativo.
Bom, aceito que algumas pessoas não concordem com a obra, ou não concordem nos moldes que está a ser feita. Mas, NÃO CONCORDO que no fim da missa venham essas pessoas que estão em desacordo comentarem a importância da obra e pior, ainda é dizerem á aqueles que já deram o seu donativo, "já deste de mais" como quem diz - não devias ter dado nenhum!
È triste quando essas pessoas (já de alguma idade) deveriam ter bom senso e pensar que podem precisar do serviço do Centro Paroquial e Social da Freguesia da Facha. E, mais triste ainda é saber que são familiares directos de alguém que zela ou deveria zelar pelos interesses da Freguesia da Facha.
Mas pronto, já sabemos que em todo lado existe gente que não pensa no progresso e no bem-estar de todos os fachenses, mas apesar de existirem muitos "velhos do Restelo" por cá, tenho a profunda convicção que esta obra chegará a bom porto.

sábado, 7 de novembro de 2009

Por terras da China....

Por terras da Republica Popular da China anda a nossa conterrânea Professora Liliana Gonçalves e que me envio a seguinte texto:

Há tempos que a minha mãe me pede para escrever sobre a vida na China. Ela insiste que eu devo escrever sobre a minha experiência e publicar os textos no Blog da Freguesia da Facha. Hoje, porque gosto muito dela, faço-lhe a vontade, apesar de não saber bem por onde começar nem se este tipo de informação vos interessará…
Quando colocamos os pés neste país enorme, no meu caso na cidade de Pequim, não estamos de facto com os pés bem assentes na terra. Andamos na descoberta durante uns tempos: a Grande Muralha é imponente, a Cidade Proibida é um lugar misterioso, o Palácio de Verão é belíssimo, o Templo do Céu é uma lição de cultura, o Templo de Confúcio transmite calma, a gastronomia é extremamente variada, os chás não têm fim, os chineses são simpáticos e simpatizam com os estrangeiros… Há um sem fim de maravilhas a descobrir!
Passados uns tempos, depois de percebermos onde viemos parar, verificamos que a língua será a principal dificuldade, pois estudá-la leva anos e, entretanto, temos de ir ao mercado, ao banco, a um restaurante, enfim, ter uma vida o mais independente e normal possível, sem desperdiçar muito tempo na enormidade da cidade.
Como sabem, o mandarim, língua oficial, possui quatro tons, ou seja, para falarmos bem temos de “cantar” (gosto de usar esta expressão) as palavras no tom certo. Ora, isso nem sempre acontece. Ou melhor, muitas vezes, especialmente no início, não somos capazes de produzir ou lembrar o tom de algumas palavras. Assim, por vezes, pensamos que estamos a dizer “baixo” e, na verdade, como errámos o tom, dissemos “amor”. Outras vezes, queremos encomendar comida para levar para casa (“take away”) e acabámos por pronunciar uma expressão pouco simpática. Outras vezes ainda, precisamos de repetir a mesma expressão umas três ou quatro vezes até que nos entendam (até “cantarmos” o tom certo, digo eu).
Claro que em Pequim há cada vez mais pessoas que falam ou, pelo menos, arranham o inglês. Na verdade, os chineses adoram estudar línguas e admiram os poliglotas. “Oh, fala inglês, alemão e mandarim? Muito bem, muito bem”, dizem eles com uma pontinha de inveja.
Estudar chinês aqui também não é difícil. Basta ter tempo (muito tempo!), algum dinheiro e força de vontade (muita força de vontade!), pois há imensas universidades que oferecem cursos de chinês para estrangeiros. Além das universidades, também há escolas de língua por toda a cidade com horários mais flexíveis para pessoas que trabalham. E materiais também não faltam: CD, DVD, livros, CD-Rom… há de tudo para pôr mãos ao estudo.
Em relação à Língua Portuguesa, hoje em dia, estudá-la nas universidades chinesas também já é possível, uma vez que a China tem cada vez mais relações comerciais, especialmente, com a Angola e o Brasil e necessita de pessoas que dominem a nossa língua. Ser fluente em português permite aos chineses obter bons empregos. Em Pequim, por exemplo, há quatro universidades onde é possível tirar uma licenciatura em Língua Portuguesa. Aqui os professores chineses de português não têm de se preocupar muito com o desemprego. O único problema poderá ser o salário que é bastante baixo, mesmo para um professor universitário.
Claro que os salários acompanham, de certa forma, o nível de vida das pessoas. Os bens essenciais, como todos sabem, são muito baratos. Hoje, por exemplo, fui ao mercado e comprei um quilo de maçãs, um de bananas e um de tangerinas. E quanto gastei? Apenas 1, 60€. Inacreditável, não é? Devo, no entanto, dizer que não moro no centro da cidade, onde estes produtos são um pouco mais caros. Aliás, como seria de esperar, na zona das embaixadas, os supermercados praticam preços altos, quer se trate de produtos nacionais quer sejam estrangeiros.
De facto, penso que vale a pena visitar este país. A minha mãe também sabe disso, mas a viagem é tão longa...! Desculpas! A viagem de Paris a Pequim demora cerca de dez horas e no avião há sempre distracções: filmes, música, comida e a possibilidade de dormir. Não custa nada!

Liliana Gonçalves


Professora Liliana, muito obrigado por este texto que expressa bem a vivência aí na Republica Popular da China, quando quiser o Blog esta disponivel para receber mais Posts.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

TGV..

Todos nós sabemos a importância do progresso, mas isso é quando o progresso nos trás algo de bom, e para a Freguesia da Facha de certeza que não nos trás mesmo nada, a não ser ruído, divisão da freguesia ao meio, e contaminação ou perda dos recursos hídricos.. também para o país, além de trazer o emprego nos proximos 5 ou 6 anos nada mais deve trazer, pois se concordo que talvez seja rentável uma linha que ligue Lisboa a Madrid, não concordo com tudo o resto. Para quê colocar um TGV que dá 300 KM/h, mas que depois querem fazer 3 ou 4 paragens entre Porto- Lisboa e tem uma extensão máxima de 300 km? Para quê um comboi deste tipo de hoje em dia até de avião é mais barato? se não forem os interesses não sei o que será! sei que a maioria dos engenheiros dizem que não é rentável, só os políticos que depois vão ter um lugar como chefe, adjunto ou adjunto do adjunto é que defendem tal projecto...

O comboio e a freguesia da Facha

Será que a freguesia da Facha vai ver o TGV a passar? Bom, espero que não. Deus queira que a escolha recaia pelo corredor do lado nascente do concelho de Ponte de Lima.
Quando foi lançada a rede nacional de Caminho de Ferro a mais de 100 anos atrás, estava previsto passar o comboio pela freguesia da Facha. Mais uma vez o projecto ficou na gaveta, pois com certeza não seria a melhor opção. Isto porque à dias descobri o seguinte artigo que refere esta situação.


domingo, 11 de outubro de 2009

Eleições Autárquicas 2009

Hoje, foi dia de eleições autárquicas. Concorreram a Assembleia de Freguesia duas listas, uma lista encabeçada pelo Eduardo Maciel e outra lista encabeçada pela Águeda Lopes.
Desta eleição saiu vencedor o candidato Eduardo Maciel com 723 votos. A lista da candidata Águeda Lopes teve 252 votos, no total de 975 votos válidos.
Os Fachenses apostaram na continuação do mesmo executivo que foi eleito em 2005. Espera-se que executivo eleito efectue um bom trabalho nos próximos 4 anos.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Pristina - Kosovo

Ao desembarcar no aeroporto de Pristina, logo me apercebo que a vida por estas paragens, é muito precária para a maioria das pessoas mas, posso observar, que carros topo de gama, convivem com carros antigos nas ruas e que estas estão a precisar de remendos por todo o lado. A viagem de uma hora até à cidade, onde vou trabalhar durante os próximos 6 meses, mostra-me uma imagem onde a maioria das casas são em tijolo sem revestimento, mas ao lado, vejo algumas casas com bons acabamentos, algumas até imponentes, com jardins relvados e bem tratados. São as marcas de um povo cuja maioria vive ainda em grande dificuldade e numa crise profunda, a todos os níveis (social, económico, político), que sobrevive com regras ditadas e impostas e onde quem tem um olho é rei.
O destino leva-me, nos primeiros dias, a conhecer as duas Portuguesas, que se sabe, residentes neste território. A sul, junto à Macedónia, vive a D. Natália há mais de 25 anos, depois de ter estado emigrada em terras de França. Reside num enclave Sérvio junto a uma famosa estância de ski e é casada com um Sérvio Kosovar. Agora, ambos com mais de 50 anos, vivem do que resulta do trabalho na sua oficina de mecânica e fazem uma vida normal sem grandes dificuldades, tendo os seus 2 filhos obtido emprego fixo em agências internacionais a trabalhar no Kosovo. A D. Natália demonstra um nível cultural muito bom e diz-me que o deve, desde logo, ao seu dinamismo do tempo em que participava activamente na acção católica Portuguesa.
Por outro lado, a D. Elisabete reside no norte do Kosovo e tem cerca de 40 anos, vive entre kosovares albaneses. Mais de 90% dos Kosovares são, hoje, Albaneses. Esta Portuguesa natural de Pedras Salgadas, Trás-os-Montes, sobrevive com muita dificuldade, com ajuda de vizinhos. Tem 3 filhos de 9 anos, 8 anos e o mais pequeno com 10 meses. Não tem emprego e o marido que conheceu na Alemanha na sua juventude, esbanja por lá, pouco ligando à família. O sogro, velhote, já não pode trabalhar as terras férteis e de cor muito escura. Os militares Portugueses quando passam por perto levam-lhe sempre qualquer coisa. Desta vez, levamos um cesto com mercearia que saiu da nossa cozinha e algumas roupas que um soldado trouxe de Vila Real quando foi de férias.
A D. Elisabete reside numa casa muito modesta, antiga e a precisar de obras. A mim pede-me material escolar para os filhos e o computador que já havia sido prometido e nunca apareceu, para auxiliar os estudos dos filhos e para falar com os familiares em Portugal. Trata-se de uma Portuguesa que por amor e dedicação aos filhos e familiares, nunca quis regressar a Portugal e mesmo quando lhe foi dada essa oportunidade, regressou ao Kosovo ao fim de pouco tempo.
Hoje já não tem passaporte válido nem vistos para poder sair do país.
Os Militares Portugueses no Kosovo tem como missão, em conjunto com as forças de outros países, garantir segurança e a calma necessária para que todas as instituições do Kosovo se tornem fortes e capazes de responder às necessidades da região, mas estamos também, sempre atentos às necessidades básicas de pequenos grupos, sejam famílias carenciadas ou escolas sem material e, sempre que nos for possível, vamos dar o nosso contributo, por muito pequeno que seja, para melhorar as condições de vida destas pessoas.

Zé António